
Certa vez, ao chegar a casa, o Dr. Fernando Louçã ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar os seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, gritou-lhe:
Oh, bucéfalo anácroto! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e a socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo, mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência do que o vulgo denomina por nada.
Oh, bucéfalo anácroto! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e a socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo, mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência do que o vulgo denomina por nada.
E o ladrão confuso, pergunta:
Doutor, eu levo ou deixo os patos?
(os meus agradecimentos ao meu "correspondente de Inhambane")
Doutor, eu levo ou deixo os patos?
(os meus agradecimentos ao meu "correspondente de Inhambane")
amei esse texto xD
ResponderEliminarSim, provavelmente por isso e
ResponderEliminar